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CalcMax

Calculadora de financiamento de carro

Intervalo: 100 – 10.000.000

Intervalo: 0 – 10.000.000

Intervalo: 0 – 10.000.000

Intervalo: 0 – 30

Intervalo: 0 – 50

Intervalo: 1 – 120

Resultado

635,62

Parcela mensal

Valor financiado
32.100,00
Imposto sobre vendas
2.100,00
Juros totais
6.037,09
Total pago
38.137,09
Custo total à vista
43.137,09

Uma calculadora de financiamento de carro que parte do preço na etiqueta em vez do valor que você vai tomar emprestado, porque esses dois números não são iguais e é nessa diferença que a maioria das pessoas se surpreende. Quatro coisas saem ou entram antes de qualquer quantia ser financiada: a entrada sai do preço, o valor de troca do seu carro antigo sai dele, o imposto sobre vendas entra por cima, e só então o resto é o empréstimo. A ordem importa. Na maioria dos estados americanos o imposto incide sobre o preço depois de descontado o valor de troca — o crédito de imposto da troca —, de modo que um carro que tira 3.000 do preço tira 180 do imposto também e 3.180 do empréstimo. Digite o preço, a entrada, o valor de troca, a alíquota do imposto sobre vendas, a taxa de juros anual e o prazo, e a página devolve primeiro a parcela mensal, depois o valor financiado, o imposto em si, os juros totais ao longo do prazo, o total pago ao credor e o total em dinheiro que a compra custa a você. A parcela mensal é o que você vai levar para o orçamento; o valor financiado é aquilo sobre o que os juros incidem, e costuma ser um número maior do que as pessoas esperam; o custo total é o número a comparar com outro carro. Antes de seguir, um enquadramento para quem lê isto no Brasil, porque ele muda a leitura de tudo o que vem depois. O imposto sobre vendas desta página é o sales tax americano: um tributo estadual, com alíquota definida por estado e às vezes por condado ou cidade, cobrado por fora do preço e pago pelo comprador na hora da compra. No Brasil não funciona assim: os tributos da venda de um veículo novo, como o ICMS estadual e o IPI federal, já vêm embutidos no preço anunciado, e o imposto que o dono paga todo ano é o IPVA, que não entra nesta conta. O crédito de imposto da troca é a segunda regra americana desta página, e é a que mais engana: ele existe porque há um imposto somado por fora para ser abatido. No Brasil, onde esse imposto não é somado, dar o carro usado na troca reduz o valor financiado mas não gera abatimento de tributo nenhum.

Um financiamento de carro de 32.100 a 7 por cento, por prazo

Prazo (meses)Parcela mensalJuros totaisTotal pago
36991.153581.6135681.61
48768.674796.3636896.36
60635.626037.0938137.09
72547.277303.7339403.73
84484.488595.7540695.75

Toda linha é o mesmo empréstimo — 32.100 a 7 por cento, que é o valor financiado do carro padrão desta página — e só o prazo muda. Leia a primeira e a terceira colunas uma contra a outra: a parcela cai de 991,15 para 484,48, pouco mais da metade, enquanto os juros totais sobem de 3.581,61 para 8.595,75 — 5.014,14 a mais por uma parcela 506,67 menor. É essa a troca que o campo de prazo existe para mostrar. O seu carro vai ficar em outro ponto desta tabela, então use a calculadora acima em vez de ler uma linha atravessada.

Fórmula

Imposto sobre vendas = (preço − valor de troca) × alíquota; valor financiado = preço − entrada − valor de troca + imposto sobre vendas; parcela = A da fórmula padrão de amortização

P
Preço do veículo, antes de qualquer desconto ou acréscimo
D
Entrada: o dinheiro que você coloca no começo
V
Valor de troca: quanto a concessionária oferece pelo seu carro antigo
t
Alíquota do imposto sobre vendas em porcentagem, aplicada ao preço depois do valor de troca
F
Valor financiado: aquilo que o empréstimo de fato cobre
r
Taxa de juros mensal: a taxa anual dividida por doze

Use enquanto você ainda está escolhendo o carro, e não depois de já ter fechado um preço: a parcela mensal decide quais carros você pode olhar, e o custo total decide se o preço menor na etiqueta é realmente menor depois de entrarem o imposto e o prazo. Depois use para precificar as três decisões que são suas. A entrada e o valor de troca reduzem ambos o valor financiado, e nos Estados Unidos a troca reduz duas vezes, uma no preço e outra no imposto. O prazo muda muito mais a parcela do que o custo: esticar um financiamento de cinco anos para sete corta a parcela mensal em cerca de um sexto e acrescenta milhares de juros, e é para isso que serve a tabela de referência abaixo. E a alíquota do imposto é o campo que as pessoas deixam no valor em que ele veio: confira a do seu estado americano, porque o imposto é cobrado sobre o negócio e é pago quer você tenha financiado quer não. Se você está no Brasil, leia a tabela como o que ela é — uma comparação de prazos num empréstimo de 32.100 a 7 por cento ao ano, sem tributo por fora — e trate a coluna de imposto como uma linha que no seu caso estará zerada, porque o imposto já estava dentro do preço que você digitou.

Exemplos resolvidos

  1. Um carro de 35.000, 5.000 de entrada, sem troca, imposto de 6% e 7% em sessenta meses

    1. Imposto sobre vendas: 35.000 × 6% = 2.100,00, já que não há troca a descontar
    2. Valor financiado: 35.000 − 5.000 − 0 + 2.100 = 32.100 — e não 30.000
    3. Taxa mensal: 7 ÷ 12 = 0,583333% ao mês, que é 0,00583333 na forma decimal
    4. Parcela: 32.100 × 0,00583333 × 1,00583333^60 ÷ (1,00583333^60 − 1) = 635,62
    5. Juros totais: 38.137,09 devolvidos − 32.100 emprestados = 6.037,09
    6. Custo em dinheiro: 5.000 de entrada + 38.137,09 em parcelas = 43.137,09

    Este é o caso padrão da página. A etiqueta diz 35.000 e o dinheiro que sai do seu bolso é 43.137,09 — o imposto e os juros estão os dois nessa diferença, e nenhum deles aparece na etiqueta do carro.

  2. O mesmo carro com 3.000 de troca

    1. Imposto sobre vendas: (35.000 − 3.000) × 6% = 1.920,00 — a troca sai também da base de cálculo
    2. Valor financiado: 35.000 − 5.000 − 3.000 + 1.920 = 28.920
    3. Parcela: 28.920 × 0,00583333 × 1,00583333^60 ÷ (1,00583333^60 − 1) = 572,65
    4. Juros totais: 34.359,03 − 28.920 = 5.439,03
    5. Custo em dinheiro: 5.000 + 34.359,03 = 39.359,03

    Um carro de 3.000 tira 3.180 do empréstimo, e não 3.000, porque a troca reduz o imposto também. Esses 180 são o crédito de imposto da troca, e são a razão pela qual, nos Estados Unidos, entregar o usado na concessionária costuma valer mais do que o mesmo dinheiro numa venda direta a particular. No Brasil o mesmo carro tiraria apenas os 3.000 do valor financiado: não há imposto somado por fora para ser abatido.

  3. Um carro de 24.000 a 0% de juros com 5% de imposto

    1. Imposto sobre vendas: 24.000 × 5% = 1.200,00
    2. Valor financiado: 24.000 − 2.000 − 0 + 1.200 = 23.200
    3. Taxa zero: nada acumula, então a parcela é 23.200 ÷ 36 = 644,44 e os juros totais são 0
    4. Custo em dinheiro: 2.000 + 23.200 = 25.200, que é o preço mais o imposto e nem um centavo além

    Financiamento a taxa zero é oferta real, não caso extremo, e é o jeito mais claro de ver que os juros são uma cobrança separada do imposto: o imposto continua lá, os juros não, e o custo em dinheiro cai exatamente no preço mais o imposto.

Limitações

A alíquota do imposto sobre vendas é você quem digita, e a página não vai buscá-la, porque as regras americanas mudam de estado para estado e às vezes de condado ou cidade dentro do mesmo estado. A maioria dos estados cobra o imposto sobre o preço depois de descontado o valor de troca — o crédito de imposto da troca —, mas alguns cobram sobre o preço cheio, outros limitam quanto de troca pode ser abatido, e alguns não têm imposto sobre vendas nenhum. Digite a alíquota que vale onde você registra o carro e trate o resultado como número de planejamento, não como cotação. Se você está no Brasil, esta ressalva vira uma instrução simples: o tributo da venda já está dentro do preço, então digite zero nesse campo, e lembre que o veículo passa a ter um imposto anual, o IPVA, que nenhuma linha desta página cobre. O que mais está de fora: licenciamento, emplacamento e taxa de documentação, taxas de preparação cobradas pela concessionária, acessórios instalados por ela e seguro — nada disso entra no custo, e nos Estados Unidos os três primeiros costumam ser embutidos no próprio financiamento, o que aumenta o valor financiado sem aparecer aqui. O custo total não inclui o seu carro usado, porque aquele carro não é dinheiro que você gasta nesta compra; é um bem que você troca, e contá-lo subestimaria o custo no valor de um carro. Por fim, a aritmética supõe que a taxa digitada valha para todo o prazo com capitalização mensal, e as taxas promocionais das concessionárias costumam ser condicionais — juro menor em troca de preço maior, ou um bônus que você abre mão para ficar com o juro. Falta a ressalva brasileira mais importante, e ela vale para todas as páginas de crédito deste site: isto não é um CET. O CET, Custo Efetivo Total, é o número que a regulamentação brasileira exige que seja divulgado antes da contratação de um crédito, e ele reúne juros, tarifas, tributos e seguros obrigatórios. Esta página calcula juros sobre um valor e soma o imposto americano sobre vendas: não há campo para tarifa de cadastro, para seguro, para registro de contrato, para IOF nem para tributo algum da operação brasileira, e um financiamento real no Brasil quase sempre traz esses itens. Portanto os 6.037,09 de juros que este painel informa descrevem o custo do dinheiro, e não o custo da operação. Para o custo da operação, o número é o CET que o credor é obrigado a lhe entregar por escrito, e ele será maior que qualquer coisa que esta página calcule.

Perguntas frequentes

Como se chega ao valor financiado de um carro?
Preço, menos a entrada, menos o valor de troca, mais o imposto sobre vendas. Num carro de 35.000 com 5.000 de entrada, sem troca e com 6% de imposto, isso dá 35.000 − 5.000 + 2.100 = 32.100, então o empréstimo é de 32.100 e não os 30.000 que o preço e a entrada sozinhos sugeririam. É sobre esse número financiado que os juros incidem, e é por isso que um imposto pago uma única vez continua custando dinheiro todo mês.
O imposto sobre vendas incide antes ou depois do valor de troca?
Depois da troca, na maioria dos estados americanos — é o crédito de imposto da troca. Entregue um carro de 3.000 e a base de cálculo cai 3.000, economizando 180 a uma alíquota de 6%. Não é assim em todo lugar: alguns estados cobram sobre o preço cheio, outros limitam quanto pode ser abatido, e alguns não têm imposto sobre vendas. Confira a regra do seu estado e digite a alíquota que se aplica a você. No Brasil esse campo é sempre zero, porque o tributo da venda já está dentro do preço e não há nada somado por fora para a troca abater.
Devo ficar com o juro baixo da concessionária ou com o bônus?
Calcule os dois. Uma taxa promocional e um bônus em dinheiro costumam ser alternativas, não somas: aceitar o financiamento barato muitas vezes significa abrir mão do bônus, e o bônus pode valer mais do que os juros economizados, sobretudo em prazo curto. Coloque o bônus na entrada aqui e compare o custo total com a parcela mensal da oferta de juro baixo.
Que prazo devo escolher para o financiamento do carro?
O mais curto cuja parcela você aguenta sem aperto. Sobre 32.100 a 7% ao ano, sessenta meses custam 635,62 por mês e 6.037,09 de juros; oitenta e quatro meses cortam a parcela para 484,48 mas elevam os juros para 8.595,75 — 2.558,66 a mais por 151,14 a menos por mês. Carros também perdem valor mais rápido do que financiamentos longos quitam, e é isso que deixa gente devendo mais do que o carro vale.
Isto inclui licenciamento, seguro e taxas da concessionária?
Não. A página cobre o preço, a entrada, o valor de troca, o imposto sobre vendas e o empréstimo em si. Licenciamento e emplacamento, taxa de documentação, garantia estendida e seguro são custos separados, e alguns deles costumam ser somados ao financiamento na própria concessionária — se isso acontecer, some-os ao valor financiado aqui para ver quanto a parcela realmente fica.
Por que o custo total é maior que o preço mais os juros?
Porque ele é o dinheiro que sai do seu bolso: a entrada mais todas as parcelas, que juntas equivalem ao empréstimo mais os juros mais a entrada. No exemplo padrão isso dá 5.000 + 38.137,09 = 43.137,09 contra um preço de 35.000. O valor de troca é deliberadamente excluído dessa conta — o seu carro antigo não é dinheiro que você gasta neste.

Referências

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